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1. Colin Firth

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2. Presentación CF GS AFI

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3. hino da cf 2014

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4. CF 01

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5. cf

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7. GetafeRadio - Getafe Despierta : Convenio con el Getafe CF SAD

GetafeRadio - Getafe Despierta : Convenio con el Getafe CF SAD

Esta mañana analizamos la actualidad de nuestro municipio junto a nuestros vecinos, vecinos bien informados, nos acompañan en el estudio el ex Alcalde de Getafe Pedro Castro, el responsable de organización de UPyD Mariano Martínez, José Valentín y Luis Muela, Presidente de Honor de Cruz Roja en Getafe. Abordaremos todos los asuntos de la actualidad local empezando por la denuncia que realizaba ayer el ex Alcalde de Getafe Juan Soler, hoy Portavoz del Grupo Municipal del Partido Popular de Getafe en relación al cambio de responsables en llevar adelante el juicio interpuesto por la empresa Getafe CF SAD y la necesidad de materializar un convenio de uso y disfrute de las instalaciones de manera urgente y consensuada. Además abordaremos la propuesta de Cristina Cifuentes, Presidenta de la Comunidad de Madrid, de elaborar un Plan de Regeneración Democrática de la Comunidad que modifica el Estatuto de Autonomía, la Ley Electoral y la Ley de Gobierno y Administración. En nuestro ámbito el local no dejaremos pasar la oportunidad de comentar si llega tarde o no el Operativo Especial contra la caída de Hojas, la petición de señalización de manera correcta de los accesos al Cementerio del PP de Getafe o la puesta en marcha del comedor del Colegio Emperador Carlos V tras las reclamaciones de los Padres y Madres.

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8. Canção de Minha Saudade (Wilson Fonseca e Wilmar Fonseca) - Arranjo orquestral Agostinho Fonseca Jr

Canção de Minha Saudade (Wilson Fonseca e Wilmar Fonseca) - Arranjo orquestral Agostinho Fonseca Jr

CANÇÃO DE MINHA SAUDADE (1949) Letra: Wilmar Fonseca Música: Wilson Fonseca Arranjo orquestral: José Agostinho da Fonseca Júnior. Transcrevo parte do texto que escrevi para o encarte do CD “WILSON FONSECA CENTENÁRIO”, editado pela SECULT/PA, a ser lançado em 2014: HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE WILSON FONSECA Orquestra Sinfônica do Theatro Da Paz Coro Carlos Gomes e Convidados Em 27 e 30 de junho de 2012, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro José Agostinho da Fonseca Júnior, realizou concertos em Belém (Theatro da Paz) e em Santarém (Igreja do Santíssimo), com a participação do Coro Carlos Gomes e convidados, em comemoração ao centenário de nascimento de Wilson Fonseca (Maestro Isoca), promovida pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura. Foram executadas as músicas “Centenário de Santarém” – abertura sinfônica (1948); “Missa Mater Immaculata” (1951), “América 500 Anos” – poema sinfônico, com texto poético de Emir Bemerguy no 4º movimento (1992); “Canção de Minha Saudade” (1949), com letra de Wilmar Fonseca; e, ainda, “Um Poema de Amor” (1953), bolero, em número extraprograma (bis). Este CD é o registro do concerto no Theatro da Paz. A seguir, breves comentários sobre as obras musicais, todas de autoria de Wilson Fonseca (1912-2002), compostas num período de quase 50 anos. Canção de Minha Saudade (1949). Letra: Wilmar Fonseca. Arranjo orquestral: José Agostinho da Fonseca Júnior. Autêntico “hino sentimental" de Santarém, a canção foi adotada como "hino oficial" do 1º Festival de Música Popular do Baixo-Amazonas, realizado em Santarém (1970), e executada na Semana de Santarém (1972), no Theatro da Paz, em Belém, idealizada pelo Maestro Waldemar Henrique. Foi gravada no disco “Ano do Sesquicentenário da Independência”, editado pelo Governo do Estado do Pará (Orquestra e Coro Edison Marinho, Rio de Janeiro); no CD Wilson Fonseca – Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia (vol. 1), editado pela Secult/PA (1996); e no CD “Encontro com Maestro Isoca” (2002). A OSTP executou a canção, com arranjo orquestral de Vicente Fonseca (filho do compositor), em dois concertos em Santarém: Projeto “A Orquestra nos Municípios” (2006) e na comemoração dos 350 anos da cidade (2011), com participação do Coro Jovem Maestro Wilson Fonseca, da cantora Cristina Caetano e da plateia. Agora, o arranjo orquestral é da lavra de José Agostinho da Fonseca Júnior (neto do compositor), regente adjunto da OSTP. ... A famosa “Canção de Minha Saudade” – considerada o “hino sentimental” de Santarém – foi composta por Wilson Fonseca em 1949, com letra de seu irmão Wilmar Fonseca, para que fosse cantada por sua sobrinha Maria da Salete Fonseca de Campos numa festa de encerramento do ano escolar. Entretanto “tal não ocorreu por ter Salete adoecido, sendo a música engavetada por 9 anos, permanecendo inédita”. É o próprio Isoca que nos conta sobre isso: “1958 – No ‘Centro Recreativo’, 9 anos após ter sido composta, a mesma sobrinha Salete interpreta em primeira audição a ‘Canção de minha saudade’, música essa que imediatamente, e desde então, alcança sucesso extraordinário tornando-se popular e muito conhecida, identificando-se com todos os santarenos, haja vista que tem sido cantada em inúmeras ocasiões, como em serestas, recitais. ‘Canção de minha saudade’, além de ter sido a favorita do falecido Expedito Toscano, tenor lírico santareno, solista de invulgar expressão do ‘Coro da Catedral de Santarém’, mais tarde, em 1970, foi adotada como hino oficial do 1º Festival da Música Popular do Baixo-Amazonas, realizado em Santarém e cantada com alma e com vibração, no final de cada noite da ‘Semana de Santarém’, realizada em Belém, no ‘Teatro da Paz’, em outubro de 1972” (cf. “Meu Baú Mocorongo” – volume 6, p. 1435/1437). Eu estava presente no Centro Recreativo, naquele recital de 1958, pois me apresentei, tocando piano, em diversos eventos realizados naquele clube social. E lembro-me de que foi justamente o bispo Dom Tiago Ryan, sentado na primeira fila da platéia, que puxou os aplausos, com muito entusiasmo, exclamando assim: “Oh!... esta canção do Isoca é agora a minha música preferida!...” Em outra ocasião, eu escrevi o seguinte texto sobre a “Canção de Minha Saudade”: O texto poético desta canção foi escrito para uma sobrinha de Wilmar Fonseca (Salete Fonseca de Campos) declamar no colégio onde estudava, em Santarém. Por motivo de doença, a jovem não chegou a apresentá-la. Wilson Fonseca, então, resolveu musicar o belo poema de seu irmão, no mesmo ano em que foi escrito (1949). Porém, a música permaneceu inédita durante nove anos. A sua estréia ocorreu em 1958, num recital no Centro Recreativo, em Santarém. E a primeira audição foi feita pela própria sobrinha Salete, que havia solicitado ao poeta Wilmar Fonseca que escrevesse um texto sobre as belezas naturais da “Pérola do Tapajós”. Imediatamente a obra caiu no agrado geral. Durante a Semana de Santarém, o Governo do Estado Pará (gestão Fernando Guilhon) lançou dois discos compactos [“Ano do Sesquicentenário da Independência”] contendo, além de Tambatajá (Waldemar Henrique) e do Hino do Estado do Pará (letra de Artur Teódulo Santos Porto, música de Nicolino Milano, com adaptação e arranjo de José Cândido da Gama Malcher), as composições, de Wilson Fonseca – Canção de Minha Saudade (letra de Wilmar Fonseca) e o Hino de Santarém (letra de Paulo Rodrigues dos Santos) –, gravadas no Rio de Janeiro pela Orquestra Sinfônica Nacional e Coro da Rádio Ministério da Educação e Cultura (MEC), sob a regência do maestro Nelson Nilo Hack, e pela Orquestra e Coro Edison Marinho. [Nota: a Semana de Santarém, no Theatro da Paz (1972), consistiu em amostras de cerâmica tapajoara, artesanato, pintura, poesia, fotografias, música etc.]. A canção foi gravada ainda diversas vezes, inclusive no CD “Wilson Fonseca – Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” (volume 1), lançado em 1996, pela Secult/PA, que registra a emocionante participação da platéia no concerto realizado no Teatro Margarida Schiwazzappa (Centur), em Belém, em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical do maestro Isoca. Apoteótica também a execução desta canção na Casa da Cultura de Santarém, em 17 de novembro de 2006 (data de aniversário natalício do compositor) quando foram realizados diversos eventos em Santarém, em homenagem a Wilson, como a inauguração de seu busto no Aeroporto de Santarém – Pará – “Maestro Wilson Fonseca” (Lei Federal nº 11.338, 03.08.2006 – DOU 04.08.2006); o lançamento da coletânea, de sua autoria, intitulada “MEU BAÚ MOCORONGO” (6 volumes); e o concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Mateus Araújo, com a apresentação de composições de três gerações da família Fonseca. Ao final do concerto, a OSTP interpretou o arranjo orquestral, escrito por Vicente Fonseca, para a Canção de Minha Saudade, em número extraprograma, repetido por duas vezes, a pedido da platéia, que cantou, com entusiasmo, esta bela canção, considerada o “hino sentimental” de Santarém, numa verdadeira apoteose no encerramento do histórico evento. É por isso que se costuma dizer que para alguém provar que é mocorongo (santareno) nem precisa exibir a carteira de identidade ou a certidão de nascimento. Basta demonstrar que sabe cantar: “Nunca vi praias tão belas/Prateadas como aqueles/Do torrão em que nasci...” Quando a “Canção de Minha Saudade” completou 25 anos, em 1974, os autores da obra musical receberam a medalha “Pax Christi” do Papa Paulo VI. No Ano Santo de 1975, receberam de Roma outra medalha, conforme se lê no “Meu Baú Mocorongo” – volume 5, p. 1370. Tudo isso foi obra do grande bispo Dom Tiago Ryan. Outra curiosidade: No início de 1979, viajei para Santarém em companhia de minha esposa Neide e o nosso primogênito (Vicente Fonseca Filho), que tinha pouco mais de 1 mês de idade. Em certo domingo, depois de assistirmos a Missa das 8 horas, celebrada por Dom Tiago Ryan, conversamos com o bispo e perguntamos se ele poderia fazer o batizado da criança na Pia Batismal da Igreja de N. S. da Conceição, Catedral de Santarém. Ele me respondeu que o sacramento era ato habitualmente realizado pelos padres, e não pelo bispo. Mas em se tratando do “neto do Isoca”, ele me disse que iria fazer uma exceção. Marcamos a data e o meu filho, nascido em Belém (dezembro/1978) foi batizado por Dom Tiago, em Santarém. Uma graça de Deus! Eu tenho uma gravação, em fita cassete, da “Canção de Minha Saudade”, tocada, ao piano, pelo próprio compositor, em Santarém, justamente naquele ano de 1979, que registra a voz do neto de Isoca, meu filho, ainda bebê, balbuciando o “canto” dessa linda composição, na companhia do avô pianista. A canção, considerada o “hino sentimental” de Santarém, tem registros emocionantes. Foi cantada por todos os presentes (palco e platéia), com entusiasmo e vibração, numa verdadeira apoteose no encerramento do recital em homenagem a Wilson Fonseca, em agosto de 1995, no Teatro "Margarida Schivasappa" (Centur), em Belém (PA), sob os auspícios da Secretaria Estadual da Cultura (Governo do Estado do Pará), em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical do maestro santareno Wilson Fonseca (Isoca), com a participação de diversos cantores e instrumentistas nacionais e estrangeiros, bem como de seus familiares. No palco, a reunião de vários intérpretes que participaram do evento: Marina Monarcha, Madalena Aliverti, Maria Lídia Mendonça, Pedro Paulo Ayres de Mattos (“Pepê”), Paulo Ivan Campos e Francisco Campos (cantores), com a participação de familiares de Wilson Fonseca e da plateia, José Wilson Malheiros da Fonseca (saxofone-alto), Vicente José Malheiros da Fonseca (piano acústico) e José Agostinho da Fonseca Neto (piano digital e regência). O evento foi gravado e o seu registro consta, em parte, no CD da série "Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia" (volume I), lançado em 1996, sob os auspícios da SECULT/PA. A canção também consta do CD “Encontro com Maestro Isoca” (2002), novamente cantada pelos familiares e pela platéia, com acompanhamento de pequena orquestra, violão e pianos. Uma verdadeira apoteose. Nesse evento a música teve arranjo, concepção e transcrição de Wilson Fonseca, Vicente José Malheiros da Fonseca, José Agostinho da Fonseca Neto e José Agostinho da Fonseca Júnior. É seguramente a última criação musical de Wilson Fonseca (2002), mentor de uma obra coletiva feita a oito (8) mãos, da lavra de três gerações da família do compositor, no “Encontro com Maestro Isoca”. No palco, os diversos intérpretes que atuaram no concerto. Canto: Andréa Pinheiro e familiares de Wilson Fonseca (Maria da Conceição Malheiros da Fonseca, Maria de Jesus Malheiros da Fonseca, Diana Santos Fonseca, Wilson Dias da Fonseca Neto, Maria da Salete Campos Belém, Maria de Lourdes Fonseca de Campos, Maria de Fátima Campos Pinho, Maria das Graças Fonseca de Campos, Maria da Conceição Campos Sampaio, Neide Teles Sirotheau da Fonseca, Vicente José Malheiros da Fonseca Filho, Adriano Teles Sirotheau da Fonseca, Lorena Teles Sirotheau da Fonseca). Piano acústico: Vicente José Malheiros da Fonseca. Piano digital: José Agostinho da Fonseca Neto. Saxofone-alto: José Wilson Malheiros da Fonseca. Violão: Sebastião Tapajós. Orquestra: Andréa Campos (1º violino), Miguel Campos (2º violino), Tânia Campos (viola), Douglas Kier (violoncelo), Yuri Guedelha (flauta), José Agostinho da Fonseca Júnior (oboé), Oleg Andreev (clarinete), David Misiuk (trompa) e Vadin Klokov (fagote). Participação da platéia. No dia 17 de novembro de 2006 (aniversário natalício do compositor), durante a solenidade de lançamento da coletânea “MEU BAÚ MOCORONGO” (Wilson Fonseca), editada pelo Governo do Estado do Pará foi executada a “Canção de Minha Saudade”, pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do maestro Mateus Araújo, na Casa da Cultura de Santarém, onde se realizou um concerto inédito da OSTP, que tocou composições de três gerações da família Fonseca, no Projeto “A Orquestra nos Municípios”. A orquestra, que pela primeira vez se apresentava na “Pérola do Tapajós”, no Projeto “A Orquestra nos Municípios”, executou o arranjo orquestral, elaborado por mim, para a imortal “Canção de Minha Saudade”, composta por Wilson Fonseca, com letra de Wilmar Fonseca (1915-1984), em número extraprograma, repetido por duas vezes, a pedido da platéia, que cantou, com entusiasmo, esta bela e memorável canção, autêntica apoteose no encerramento do histórico evento. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz voltou a executar a canção, com o mesmo arranjo orquestral escrito por mim, na comemoração dos 350 anos da cidade (junho de 2011), com participação do Coro Jovem Maestro Wilson Fonseca, da cantora Cristina Caetano e da plateia. Em 27 e 30 de junho de 2012, a bela canção também constou do programa musical da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro da Fundação Carlos Gomes, agora sob a regência e arranjo orquestral da lavra de José Agostinho da Fonseca Júnior (neto do compositor e regente adjunto da OSTP), nos concertos em comemoração ao centenário de nascimento de Wilson Fonseca (maestro Isoca), promovidos pelo Governo do Estado do Estado do Pará (Secult), no Theatro da Paz, em Belém-PA, e na Igreja do Santíssimo, em Santarém-PA. No programa musical de 2012: “Centenário de Santarém” (Abertura Sinfônica), “América 500 Anos” (Poema Sinfônico), “Missa Mater Immaculata” e “Canção de Minha Saudade”, além de “Um Poema de Amor” (peça executada como bis). Mais uma vez, a atuação de três gerações da família do compositor, em arranjos orquestrais da Missa “Mater Immaculata”, “Um Poema de Amor” e “Canção de Minha Saudade”, fato inédito ou muito raro na história universal da música. Em breve, será lançado um CD com registro desse concerto comemorativo do centenário do músico santareno, que também é homenageado como Patrono da XVI Feira Pan-Amazônica do Livro, que se realiza em Belém, em setembro de 2012, quando ocorre o pré-lançamento deste livro sobre "A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca”), de minha autoria, além de um Seminário e um Sarau promovido pela Academia Paraense de Música em homenagem a Wilson Fonseca. É por isso mesmo que se costuma dizer que para alguém provar que é "mocorongo" (apelido de quem nasce em Santarém-PA) nem precisa exibir a carteira de identidade ou a certidão de nascimento. Basta demonstrar que sabe cantar esta bela canção: CANÇÃO DE MINHA SAUDADE (Canção) Letra: Wilmar Fonseca Música: Wilson Fonseca (1949) Nunca vi praias tão belas Prateadas como aquelas Do torrão em que nasci! Da CAIEIRA, do LAGUINHO (MAPIRI é um carinho) Onde canta a Juruti. Nunca vi praia tão boa Como aquela da COROA Bem pertinho do SALÉ... De SÃO MARCOS, tão branquinha (A candura da PRAINHA) VERA-PAZ... MARIA JOSÉ! Bem juntinho àquela serra Que domina a minha terra, Tem um pé de sapoti Onde entoa, sem mentira, Alegrando CAMBUQUIRA O seu canto o Bem-te-vi. Quem me dera em suas águas Sufocar as minhas mágoas À beira do Igarapé! E depois no IRURÁ (Ó meu Deus, quando será?) Reviver a minha fé. Mergulhei já no AMAZONAS (Não me digas: tu blasonas) P’ra no TAPAJÓS boiar... Há encanto em teus jardins Vicejando benjamins Que prateiam ao luar. Tens Maria por padroeira Essa Mãe tão brasileira, SANTARÉM DA CONCEIÇÃO . Se relembro teus recantos, Ó Jesus lá vêm meus prantos, Vou cantando esta canção! ________________________________________________ *Alguns tópicos do texto foram extraídos do livro “A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca)”, de autoria de Vicente Malheiros da Fonseca (filho do compositor), impresso na Gráfica do Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2012, em homenagem ao centenário de nascimento de seu genitor.

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9. The Flowers

The Flowers

"The Flowers" recounts a beautiful dream Cristina had about a late friend. The music and the lyrics are emotional, but we feel a sense of comfort and happiness throughout the song. Music & Lyrics written by Cristina Franciosa Produced, Recorded & Arranged by Jackson Hoffman All instruments played by Cristina Franciosa & Jackson Hoffman Drums played by Johnny Venezia Artwork painted by Sierra Kiarsis Published & Copyrighted 2016 CF Tunes. All rights reserved.

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10. Mamen

  • Published: 2013-11-04T12:19:15Z
  • By vso2013
Mamen

Mamen Rodríguez es la jugadora más veterana del Elche CF Mustang, juega en la primera línea y tiene 32 años. Ayer, con el marcador KO, ella fue la encargada de jugársela para tratar de empatar el compromiso cuando faltaban pocos segundos. "Lo volvería a hacer", sentenció Rodríguez cuyo lanzamiento se encontró con el pie de Cristina Maestro. Mamen sabe que las ligas son muy largas, admite la tremenda igualdad de esta temporada y cree que serán muy importantes las próximas dos semanas -sus rivales serán el Bera Bera y el Rocasa-. Los resultados de esos encuentros determinarán la plaza de las ilicitanas en la tabla, al menos, durante la primera vuelta.

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11. CANÇÃO DE MINHA SAUDADE (Wilson Fonseca Wilmar Fonseca) Flauta Piano (arr. Vicente Fonseca)

CANÇÃO DE MINHA SAUDADE (Wilson Fonseca Wilmar Fonseca) Flauta Piano (arr. Vicente Fonseca)

CANÇÃO DE MINHA SAUDADE Letra: Wilmar Fonseca Música: Wilson Fonseca Santarém-PA, 1949 Duo para Flauta e Piano. Arranjo: Vicente José Malheiros da Fonseca. Belém-PA, 27 de maio de 2017. Alguns comentários sobre a obra musical. Autêntico “hino sentimental" de Santarém, a canção foi adotada como "hino oficial" do 1º Festival de Música Popular do Baixo-Amazonas, realizado em Santarém (1970), e executada na Semana de Santarém (1972), no Theatro da Paz, em Belém, idealizada pelo Maestro Waldemar Henrique. Foi gravada no disco “Ano do Sesquicentenário da Independência”, editado pelo Governo do Estado do Pará (Orquestra e Coro Edison Marinho, Rio de Janeiro); no CD Wilson Fonseca – Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia (vol. 1), editado pela Secult/PA (1996); e no CD “Encontro com Maestro Isoca” (2002). A OSTP executou a canção, com arranjo orquestral de Vicente Fonseca (filho do compositor), em dois concertos em Santarém: Projeto “A Orquestra nos Municípios” (2006) e na comemoração dos 350 anos da cidade (2011), com participação do Coro Jovem Maestro Wilson Fonseca, da cantora Cristina Caetano e da plateia. Nas comemorações do centenário de nascimento do compositor, foi escrito outro arranjo orquestral, da lavra de José Agostinho da Fonseca Júnior (neto do compositor), então regente adjunto da OSTP. Na gravação no CD “Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” (volume 1) – Wilson Fonseca, lançado pela Secult/PA (1995/1996), o primeiro trecho é apenas instrumental: ao piano, o próprio compositor Wilson Fonseca (Maestro Isoca); e o segundo trecho da música: Coral, Saxofone e Pianos. Intérpretes: Marina Monarcha, Madalena Aliverti, Maria Lídia Mendonça, Pedro Paulo Ayres de Mattos (“Pepê”), Paulo Ivan Campos e Francisco Campos (cantores), com a participação de familiares de Wilson Fonseca e da plateia, José Wilson Malheiros da Fonseca (saxofone-alto), Vicente José Malheiros da Fonseca (piano acústico) e José Agostinho da Fonseca Neto (piano digital e regência). A famosa “Canção de Minha Saudade” – considerada o “hino sentimental” de Santarém – foi composta por Wilson Fonseca em 1949, com letra de seu irmão Wilmar Fonseca, para que fosse cantada por sua sobrinha Maria da Salete Fonseca de Campos numa festa de encerramento do ano escolar. Entretanto “tal não ocorreu por ter Salete adoecido, sendo a música engavetada por 9 anos, permanecendo inédita”. É o próprio Isoca que nos conta sobre isso: “1958 – No ‘Centro Recreativo’, 9 anos após ter sido composta, a mesma sobrinha Salete interpreta em primeira audição a ‘Canção de minha saudade’, música essa que imediatamente, e desde então, alcança sucesso extraordinário tornando-se popular e muito conhecida, identificando-se com todos os santarenos, haja vista que tem sido cantada em inúmeras ocasiões, como em serestas, recitais. ‘Canção de minha saudade’, além de ter sido a favorita do falecido Expedito Toscano, tenor lírico santareno, solista de invulgar expressão do ‘Coro da Catedral de Santarém’, mais tarde, em 1970, foi adotada como hino oficial do 1º Festival da Música Popular do Baixo-Amazonas, realizado em Santarém e cantada com alma e com vibração, no final de cada noite da ‘Semana de Santarém’, realizada em Belém, no ‘Teatro da Paz’, em outubro de 1972” (cf. “Meu Baú Mocorongo” – volume 6, p. 1435/1437). Eu estava presente no Centro Recreativo, naquele recital de 1958, pois me apresentei, tocando piano, em diversos eventos realizados naquele clube social. E lembro-me de que foi justamente o bispo Dom Tiago Ryan, sentado na primeira fila da platéia, que puxou os aplausos, com muito entusiasmo, exclamando assim: “Oh!... esta canção do Isoca é agora a minha música preferida!...” Em outra ocasião, eu escrevi o seguinte texto sobre a “Canção de Minha Saudade”: O texto poético desta canção foi escrito para uma sobrinha de Wilmar Fonseca (Salete Fonseca de Campos) declamar no colégio onde estudava, em Santarém. Por motivo de doença, a jovem não chegou a apresentá-la. Wilson Fonseca, então, resolveu musicar o belo poema de seu irmão, no mesmo ano em que foi escrito (1949). Porém, a música permaneceu inédita durante nove anos. A sua estréia ocorreu em 1958, num recital no Centro Recreativo, em Santarém. E a primeira audição foi feita pela própria sobrinha Salete, que havia solicitado ao poeta Wilmar Fonseca que escrevesse um texto sobre as belezas naturais da “Pérola do Tapajós”. Imediatamente a obra caiu no agrado geral. Durante a Semana de Santarém, o Governo do Estado Pará (gestão Fernando Guilhon) lançou dois discos compactos [“Ano do Sesquicentenário da Independência”] contendo, além de Tambatajá (Waldemar Henrique) e do Hino do Estado do Pará (letra de Artur Teódulo Santos Porto, música de Nicolino Milano, com adaptação e arranjo de José Cândido da Gama Malcher), as composições, de Wilson Fonseca – Canção de Minha Saudade (letra de Wilmar Fonseca) e o Hino de Santarém (letra de Paulo Rodrigues dos Santos) –, gravadas no Rio de Janeiro pela Orquestra Sinfônica Nacional e Coro da Rádio Ministério da Educação e Cultura (MEC), sob a regência do maestro Nelson Nilo Hack, e pela Orquestra e Coro Edison Marinho. [Nota: a Semana de Santarém, no Theatro da Paz (1972), consistiu em amostras de cerâmica tapajoara, artesanato, pintura, poesia, fotografias, música etc.]. A canção foi gravada ainda diversas vezes, inclusive no CD “Wilson Fonseca – Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” (volume 1), lançado em 1996, pela Secult/PA, que registra a emocionante participação da platéia no concerto realizado no Teatro Margarida Schiwazzappa (Centur), em Belém, em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical do maestro Isoca. Apoteótica também a execução desta canção na Casa da Cultura de Santarém, em 17 de novembro de 2006 (data de aniversário natalício do compositor) quando foram realizados diversos eventos em Santarém, em homenagem a Wilson, como a inauguração de seu busto no Aeroporto de Santarém – Pará – “Maestro Wilson Fonseca” (Lei Federal nº 11.338, 03.08.2006 – DOU 04.08.2006); o lançamento da coletânea, de sua autoria, intitulada “MEU BAÚ MOCORONGO” (6 volumes); e o concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Mateus Araújo, com a apresentação de composições de três gerações da família Fonseca. Ao final do concerto, a OSTP interpretou o arranjo orquestral, escrito por Vicente Fonseca, para a Canção de Minha Saudade, em número extraprograma, repetido por duas vezes, a pedido da platéia, que cantou, com entusiasmo, esta bela canção, considerada o “hino sentimental” de Santarém, numa verdadeira apoteose no encerramento do histórico evento. É por isso que se costuma dizer que para alguém provar que é mocorongo (santareno) nem precisa exibir a carteira de identidade ou a certidão de nascimento. Basta demonstrar que sabe cantar: “Nunca vi praias tão belas/Prateadas como aqueles/Do torrão em que nasci...” Quando a “Canção de Minha Saudade” completou 25 anos, em 1974, os autores da obra musical receberam a medalha “Pax Christi” do Papa Paulo VI. No Ano Santo de 1975, receberam de Roma outra medalha, conforme se lê no “Meu Baú Mocorongo” – volume 5, p. 1370. Tudo isso foi obra do grande bispo Dom Tiago Ryan. Outra curiosidade: No início de 1979, viajei para Santarém em companhia de minha esposa Neide e o nosso primogênito (Vicente Fonseca Filho), que tinha pouco mais de 1 mês de idade. Em certo domingo, depois de assistirmos a Missa das 8 horas, celebrada por Dom Tiago Ryan, conversamos com o bispo e perguntamos se ele poderia fazer o batizado da criança na Pia Batismal da Igreja de N. S. da Conceição, Catedral de Santarém. Ele me respondeu que o sacramento era ato habitualmente realizado pelos padres, e não pelo bispo. Mas em se tratando do “neto do Isoca”, ele me disse que iria fazer uma exceção. Marcamos a data e o meu filho, nascido em Belém (dezembro/1978) foi batizado por Dom Tiago, em Santarém. Uma graça de Deus! Eu tenho uma gravação, em fita cassete, da “Canção de Minha Saudade”, tocada, ao piano, pelo próprio compositor, em Santarém, justamente naquele ano de 1979, que registra a voz do neto de Isoca, meu filho, ainda bebê, balbuciando o “canto” dessa linda composição, na companhia do avô pianista. A canção, considerada o “hino sentimental” de Santarém, tem registros emocionantes. Foi cantada por todos os presentes (palco e platéia), com entusiasmo e vibração, numa verdadeira apoteose no encerramento do recital em homenagem a Wilson Fonseca, em agosto de 1995, no Teatro "Margarida Schivasappa" (Centur), em Belém (PA), sob os auspícios da Secretaria Estadual da Cultura (Governo do Estado do Pará), em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical do maestro santareno Wilson Fonseca (Isoca), com a participação de diversos cantores e instrumentistas nacionais e estrangeiros, bem como de seus familiares. No palco, a reunião de vários intérpretes que participaram do evento: Marina Monarcha, Madalena Aliverti, Maria Lídia Mendonça, Pedro Paulo Ayres de Mattos (“Pepê”), Paulo Ivan Campos e Francisco Campos (cantores), com a participação de familiares de Wilson Fonseca e da plateia, José Wilson Malheiros da Fonseca (saxofone-alto), Vicente José Malheiros da Fonseca (piano acústico) e José Agostinho da Fonseca Neto (piano digital e regência). O evento foi gravado e o seu registro consta, em parte, no CD da série "Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia" (volume I), lançado em 1996, sob os auspícios da SECULT/PA. A canção também consta do CD “Encontro com Maestro Isoca” (2002), novamente cantada pelos familiares e pela platéia, com acompanhamento de pequena orquestra, violão e pianos. Uma verdadeira apoteose. Nesse evento a música teve arranjo, concepção e transcrição de Wilson Fonseca, Vicente José Malheiros da Fonseca, José Agostinho da Fonseca Neto e José Agostinho da Fonseca Júnior. É seguramente a última criação musical de Wilson Fonseca (2002), mentor de uma obra coletiva feita a oito (8) mãos, da lavra de três gerações da família do compositor, no “Encontro com Maestro Isoca”. No palco, os diversos intérpretes que atuaram no concerto. Canto: Andréa Pinheiro e familiares de Wilson Fonseca (Maria da Conceição Malheiros da Fonseca, Maria de Jesus Malheiros da Fonseca, Diana Santos Fonseca, Wilson Dias da Fonseca Neto, Maria da Salete Campos Belém, Maria de Lourdes Fonseca de Campos, Maria de Fátima Campos Pinho, Maria das Graças Fonseca de Campos, Maria da Conceição Campos Sampaio, Neide Teles Sirotheau da Fonseca, Vicente José Malheiros da Fonseca Filho, Adriano Teles Sirotheau da Fonseca, Lorena Teles Sirotheau da Fonseca). Piano acústico: Vicente José Malheiros da Fonseca. Piano digital: José Agostinho da Fonseca Neto. Saxofone-alto: José Wilson Malheiros da Fonseca. Violão: Sebastião Tapajós. Orquestra: Andréa Campos (1º violino), Miguel Campos (2º violino), Tânia Campos (viola), Douglas Kier (violoncelo), Yuri Guedelha (flauta), José Agostinho da Fonseca Júnior (oboé), Oleg Andreev (clarinete), David Misiuk (trompa) e Vadin Klokov (fagote). Participação da platéia. No dia 17 de novembro de 2006 (aniversário natalício do compositor), durante a solenidade de lançamento da coletânea “MEU BAÚ MOCORONGO” (Wilson Fonseca), editada pelo Governo do Estado do Pará foi executada a “Canção de Minha Saudade”, pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do maestro Mateus Araújo, na Casa da Cultura de Santarém, onde se realizou um concerto inédito da OSTP, que tocou composições de três gerações da família Fonseca, no Projeto “A Orquestra nos Municípios”. A orquestra, que pela primeira vez se apresentava na “Pérola do Tapajós”, no Projeto “A Orquestra nos Municípios”, executou o arranjo orquestral, elaborado por mim, para a imortal “Canção de Minha Saudade”, composta por Wilson Fonseca, com letra de Wilmar Fonseca (1915-1984), em número extraprograma, repetido por duas vezes, a pedido da platéia, que cantou, com entusiasmo, esta bela e memorável canção, autêntica apoteose no encerramento do histórico evento. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz voltou a executar a canção, com o mesmo arranjo orquestral escrito por mim, na comemoração dos 350 anos da cidade (junho de 2011), com participação do Coro Jovem Maestro Wilson Fonseca, da cantora Cristina Caetano e da plateia. Em 27 e 30 de junho de 2012, a bela canção também constou do programa musical da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro da Fundação Carlos Gomes, agora sob a regência e arranjo orquestral da lavra de José Agostinho da Fonseca Júnior (neto do compositor e regente adjunto da OSTP), nos concertos em comemoração ao centenário de nascimento de Wilson Fonseca (maestro Isoca), promovidos pelo Governo do Estado do Estado do Pará (Secult), no Theatro da Paz, em Belém-PA, e na Igreja do Santíssimo, em Santarém-PA. No programa musical de 2012: “Centenário de Santarém” (Abertura Sinfônica), “América 500 Anos” (Poema Sinfônico), “Missa Mater Immaculata” e “Canção de Minha Saudade”, além de “Um Poema de Amor” (peça executada como bis). Mais uma vez, a atuação de três gerações da família do compositor, em arranjos orquestrais da Missa “Mater Immaculata”, “Um Poema de Amor” e “Canção de Minha Saudade”, fato inédito ou muito raro na história universal da música. O CD contém o registro desse concerto comemorativo do centenário do músico santareno, que também é homenageado como Patrono da XVI Feira Pan-Amazônica do Livro, que se realizou em Belém, em setembro de 2012, quando ocorreu o pré-lançamento deste livro sobre "A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca”), de minha autoria, além de um Seminário e um Sarau promovido pela Academia Paraense de Música em homenagem a Wilson Fonseca. É por isso mesmo que se costuma dizer que para alguém provar que é "mocorongo" (apelido de quem nasce em Santarém-PA) nem precisa exibir a carteira de identidade ou a certidão de nascimento. Basta demonstrar que sabe cantar esta bela canção: CANÇÃO DE MINHA SAUDADE (Canção) Letra: Wilmar Fonseca Música: Wilson Fonseca (1949) Nunca vi praias tão belas Prateadas como aquelas Do torrão em que nasci! Da CAIEIRA, do LAGUINHO (MAPIRI é um carinho) Onde canta a Juruti. Nunca vi praia tão boa Como aquela da COROA Bem pertinho do SALÉ... De SÃO MARCOS, tão branquinha (A candura da PRAINHA) VERA-PAZ... MARIA JOSÉ! Bem juntinho àquela serra Que domina a minha terra, Tem um pé de sapoti Onde entoa, sem mentira, Alegrando CAMBUQUIRA O seu canto o Bem-te-vi. Quem me dera em suas águas Sufocar as minhas mágoas À beira do Igarapé! E depois no IRURÁ (Ó meu Deus, quando será?) Reviver a minha fé. Mergulhei já no AMAZONAS (Não me digas: tu blasonas) P’ra no TAPAJÓS boiar... Há encanto em teus jardins Vicejando benjamins Que prateiam ao luar. Tens Maria por padroeira Essa Mãe tão brasileira, SANTARÉM DA CONCEIÇÃO . Se relembro teus recantos, Ó Jesus lá vêm meus prantos, Vou cantando esta canção! ________________________ *Alguns tópicos do texto foram extraídos do livro “A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca)”, de autoria de Vicente Malheiros da Fonseca (filho do compositor), impresso na Gráfica do Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2012, em homenagem ao centenário de nascimento de seu genitor.

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12. Canção de Minha Saudade (Wilson Fonseca - Wilmar Fonseca)

Canção de Minha Saudade (Wilson Fonseca - Wilmar Fonseca)

CANÇÃO DE MINHA SAUDADE (1949) Letra: Wilmar Fonseca Música: Wilson Fonseca Gravação extraída do CD “Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” (volume 1) – Wilson Fonseca, lançado pela Secult/PA (1995/1996). Primeiro trecho apenas instrumental: ao piano, o próprio compositor Wilson Fonseca (Maestro Isoca). Segundo trecho da música: Coral, Saxofone e Pianos. Intérpretes: Marina Monarcha, Madalena Aliverti, Maria Lídia Mendonça, Pedro Paulo Ayres de Mattos (“Pepê”), Paulo Ivan Campos e Francisco Campos (cantores), com a participação de familiares de Wilson Fonseca e da plateia, José Wilson Malheiros da Fonseca (saxofone-alto), Vicente José Malheiros da Fonseca (piano acústico) e José Agostinho da Fonseca Neto (piano digital e regência). Alguns comentários sobre a obra musical. Autêntico “hino sentimental" de Santarém, a canção foi adotada como "hino oficial" do 1º Festival de Música Popular do Baixo-Amazonas, realizado em Santarém (1970), e executada na Semana de Santarém (1972), no Theatro da Paz, em Belém, idealizada pelo Maestro Waldemar Henrique. Foi gravada no disco “Ano do Sesquicentenário da Independência”, editado pelo Governo do Estado do Pará (Orquestra e Coro Edison Marinho, Rio de Janeiro); no CD Wilson Fonseca – Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia (vol. 1), editado pela Secult/PA (1996); e no CD “Encontro com Maestro Isoca” (2002). A OSTP executou a canção, com arranjo orquestral de Vicente Fonseca (filho do compositor), em dois concertos em Santarém: Projeto “A Orquestra nos Municípios” (2006) e na comemoração dos 350 anos da cidade (2011), com participação do Coro Jovem Maestro Wilson Fonseca, da cantora Cristina Caetano e da plateia. Nas comemorações do centenário de nascimento do compositor, foi escrito outro arranjo orquestral, da lavra de José Agostinho da Fonseca Júnior (neto do compositor), então regente adjunto da OSTP. ... A famosa “Canção de Minha Saudade” – considerada o “hino sentimental” de Santarém – foi composta por Wilson Fonseca em 1949, com letra de seu irmão Wilmar Fonseca, para que fosse cantada por sua sobrinha Maria da Salete Fonseca de Campos numa festa de encerramento do ano escolar. Entretanto “tal não ocorreu por ter Salete adoecido, sendo a música engavetada por 9 anos, permanecendo inédita”. É o próprio Isoca que nos conta sobre isso: “1958 – No ‘Centro Recreativo’, 9 anos após ter sido composta, a mesma sobrinha Salete interpreta em primeira audição a ‘Canção de minha saudade’, música essa que imediatamente, e desde então, alcança sucesso extraordinário tornando-se popular e muito conhecida, identificando-se com todos os santarenos, haja vista que tem sido cantada em inúmeras ocasiões, como em serestas, recitais. ‘Canção de minha saudade’, além de ter sido a favorita do falecido Expedito Toscano, tenor lírico santareno, solista de invulgar expressão do ‘Coro da Catedral de Santarém’, mais tarde, em 1970, foi adotada como hino oficial do 1º Festival da Música Popular do Baixo-Amazonas, realizado em Santarém e cantada com alma e com vibração, no final de cada noite da ‘Semana de Santarém’, realizada em Belém, no ‘Teatro da Paz’, em outubro de 1972” (cf. “Meu Baú Mocorongo” – volume 6, p. 1435/1437). Eu estava presente no Centro Recreativo, naquele recital de 1958, pois me apresentei, tocando piano, em diversos eventos realizados naquele clube social. E lembro-me de que foi justamente o bispo Dom Tiago Ryan, sentado na primeira fila da platéia, que puxou os aplausos, com muito entusiasmo, exclamando assim: “Oh!... esta canção do Isoca é agora a minha música preferida!...” Em outra ocasião, eu escrevi o seguinte texto sobre a “Canção de Minha Saudade”: O texto poético desta canção foi escrito para uma sobrinha de Wilmar Fonseca (Salete Fonseca de Campos) declamar no colégio onde estudava, em Santarém. Por motivo de doença, a jovem não chegou a apresentá-la. Wilson Fonseca, então, resolveu musicar o belo poema de seu irmão, no mesmo ano em que foi escrito (1949). Porém, a música permaneceu inédita durante nove anos. A sua estréia ocorreu em 1958, num recital no Centro Recreativo, em Santarém. E a primeira audição foi feita pela própria sobrinha Salete, que havia solicitado ao poeta Wilmar Fonseca que escrevesse um texto sobre as belezas naturais da “Pérola do Tapajós”. Imediatamente a obra caiu no agrado geral. Durante a Semana de Santarém, o Governo do Estado Pará (gestão Fernando Guilhon) lançou dois discos compactos [“Ano do Sesquicentenário da Independência”] contendo, além de Tambatajá (Waldemar Henrique) e do Hino do Estado do Pará (letra de Artur Teódulo Santos Porto, música de Nicolino Milano, com adaptação e arranjo de José Cândido da Gama Malcher), as composições, de Wilson Fonseca – Canção de Minha Saudade (letra de Wilmar Fonseca) e o Hino de Santarém (letra de Paulo Rodrigues dos Santos) –, gravadas no Rio de Janeiro pela Orquestra Sinfônica Nacional e Coro da Rádio Ministério da Educação e Cultura (MEC), sob a regência do maestro Nelson Nilo Hack, e pela Orquestra e Coro Edison Marinho. [Nota: a Semana de Santarém, no Theatro da Paz (1972), consistiu em amostras de cerâmica tapajoara, artesanato, pintura, poesia, fotografias, música etc.]. A canção foi gravada ainda diversas vezes, inclusive no CD “Wilson Fonseca – Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” (volume 1), lançado em 1996, pela Secult/PA, que registra a emocionante participação da platéia no concerto realizado no Teatro Margarida Schiwazzappa (Centur), em Belém, em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical do maestro Isoca. Apoteótica também a execução desta canção na Casa da Cultura de Santarém, em 17 de novembro de 2006 (data de aniversário natalício do compositor) quando foram realizados diversos eventos em Santarém, em homenagem a Wilson, como a inauguração de seu busto no Aeroporto de Santarém – Pará – “Maestro Wilson Fonseca” (Lei Federal nº 11.338, 03.08.2006 – DOU 04.08.2006); o lançamento da coletânea, de sua autoria, intitulada “MEU BAÚ MOCORONGO” (6 volumes); e o concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Mateus Araújo, com a apresentação de composições de três gerações da família Fonseca. Ao final do concerto, a OSTP interpretou o arranjo orquestral, escrito por Vicente Fonseca, para a Canção de Minha Saudade, em número extraprograma, repetido por duas vezes, a pedido da platéia, que cantou, com entusiasmo, esta bela canção, considerada o “hino sentimental” de Santarém, numa verdadeira apoteose no encerramento do histórico evento. É por isso que se costuma dizer que para alguém provar que é mocorongo (santareno) nem precisa exibir a carteira de identidade ou a certidão de nascimento. Basta demonstrar que sabe cantar: “Nunca vi praias tão belas/Prateadas como aqueles/Do torrão em que nasci...” Quando a “Canção de Minha Saudade” completou 25 anos, em 1974, os autores da obra musical receberam a medalha “Pax Christi” do Papa Paulo VI. No Ano Santo de 1975, receberam de Roma outra medalha, conforme se lê no “Meu Baú Mocorongo” – volume 5, p. 1370. Tudo isso foi obra do grande bispo Dom Tiago Ryan. Outra curiosidade: No início de 1979, viajei para Santarém em companhia de minha esposa Neide e o nosso primogênito (Vicente Fonseca Filho), que tinha pouco mais de 1 mês de idade. Em certo domingo, depois de assistirmos a Missa das 8 horas, celebrada por Dom Tiago Ryan, conversamos com o bispo e perguntamos se ele poderia fazer o batizado da criança na Pia Batismal da Igreja de N. S. da Conceição, Catedral de Santarém. Ele me respondeu que o sacramento era ato habitualmente realizado pelos padres, e não pelo bispo. Mas em se tratando do “neto do Isoca”, ele me disse que iria fazer uma exceção. Marcamos a data e o meu filho, nascido em Belém (dezembro/1978) foi batizado por Dom Tiago, em Santarém. Uma graça de Deus! Eu tenho uma gravação, em fita cassete, da “Canção de Minha Saudade”, tocada, ao piano, pelo próprio compositor, em Santarém, justamente naquele ano de 1979, que registra a voz do neto de Isoca, meu filho, ainda bebê, balbuciando o “canto” dessa linda composição, na companhia do avô pianista. A canção, considerada o “hino sentimental” de Santarém, tem registros emocionantes. Foi cantada por todos os presentes (palco e platéia), com entusiasmo e vibração, numa verdadeira apoteose no encerramento do recital em homenagem a Wilson Fonseca, em agosto de 1995, no Teatro "Margarida Schivasappa" (Centur), em Belém (PA), sob os auspícios da Secretaria Estadual da Cultura (Governo do Estado do Pará), em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical do maestro santareno Wilson Fonseca (Isoca), com a participação de diversos cantores e instrumentistas nacionais e estrangeiros, bem como de seus familiares. No palco, a reunião de vários intérpretes que participaram do evento: Marina Monarcha, Madalena Aliverti, Maria Lídia Mendonça, Pedro Paulo Ayres de Mattos (“Pepê”), Paulo Ivan Campos e Francisco Campos (cantores), com a participação de familiares de Wilson Fonseca e da plateia, José Wilson Malheiros da Fonseca (saxofone-alto), Vicente José Malheiros da Fonseca (piano acústico) e José Agostinho da Fonseca Neto (piano digital e regência). O evento foi gravado e o seu registro consta, em parte, no CD da série "Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia" (volume I), lançado em 1996, sob os auspícios da SECULT/PA. A canção também consta do CD “Encontro com Maestro Isoca” (2002), novamente cantada pelos familiares e pela platéia, com acompanhamento de pequena orquestra, violão e pianos. Uma verdadeira apoteose. Nesse evento a música teve arranjo, concepção e transcrição de Wilson Fonseca, Vicente José Malheiros da Fonseca, José Agostinho da Fonseca Neto e José Agostinho da Fonseca Júnior. É seguramente a última criação musical de Wilson Fonseca (2002), mentor de uma obra coletiva feita a oito (8) mãos, da lavra de três gerações da família do compositor, no “Encontro com Maestro Isoca”. No palco, os diversos intérpretes que atuaram no concerto. Canto: Andréa Pinheiro e familiares de Wilson Fonseca (Maria da Conceição Malheiros da Fonseca, Maria de Jesus Malheiros da Fonseca, Diana Santos Fonseca, Wilson Dias da Fonseca Neto, Maria da Salete Campos Belém, Maria de Lourdes Fonseca de Campos, Maria de Fátima Campos Pinho, Maria das Graças Fonseca de Campos, Maria da Conceição Campos Sampaio, Neide Teles Sirotheau da Fonseca, Vicente José Malheiros da Fonseca Filho, Adriano Teles Sirotheau da Fonseca, Lorena Teles Sirotheau da Fonseca). Piano acústico: Vicente José Malheiros da Fonseca. Piano digital: José Agostinho da Fonseca Neto. Saxofone-alto: José Wilson Malheiros da Fonseca. Violão: Sebastião Tapajós. Orquestra: Andréa Campos (1º violino), Miguel Campos (2º violino), Tânia Campos (viola), Douglas Kier (violoncelo), Yuri Guedelha (flauta), José Agostinho da Fonseca Júnior (oboé), Oleg Andreev (clarinete), David Misiuk (trompa) e Vadin Klokov (fagote). Participação da platéia. No dia 17 de novembro de 2006 (aniversário natalício do compositor), durante a solenidade de lançamento da coletânea “MEU BAÚ MOCORONGO” (Wilson Fonseca), editada pelo Governo do Estado do Pará foi executada a “Canção de Minha Saudade”, pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do maestro Mateus Araújo, na Casa da Cultura de Santarém, onde se realizou um concerto inédito da OSTP, que tocou composições de três gerações da família Fonseca, no Projeto “A Orquestra nos Municípios”. A orquestra, que pela primeira vez se apresentava na “Pérola do Tapajós”, no Projeto “A Orquestra nos Municípios”, executou o arranjo orquestral, elaborado por mim, para a imortal “Canção de Minha Saudade”, composta por Wilson Fonseca, com letra de Wilmar Fonseca (1915-1984), em número extraprograma, repetido por duas vezes, a pedido da platéia, que cantou, com entusiasmo, esta bela e memorável canção, autêntica apoteose no encerramento do histórico evento. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz voltou a executar a canção, com o mesmo arranjo orquestral escrito por mim, na comemoração dos 350 anos da cidade (junho de 2011), com participação do Coro Jovem Maestro Wilson Fonseca, da cantora Cristina Caetano e da plateia. Em 27 e 30 de junho de 2012, a bela canção também constou do programa musical da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro da Fundação Carlos Gomes, agora sob a regência e arranjo orquestral da lavra de José Agostinho da Fonseca Júnior (neto do compositor e regente adjunto da OSTP), nos concertos em comemoração ao centenário de nascimento de Wilson Fonseca (maestro Isoca), promovidos pelo Governo do Estado do Estado do Pará (Secult), no Theatro da Paz, em Belém-PA, e na Igreja do Santíssimo, em Santarém-PA. No programa musical de 2012: “Centenário de Santarém” (Abertura Sinfônica), “América 500 Anos” (Poema Sinfônico), “Missa Mater Immaculata” e “Canção de Minha Saudade”, além de “Um Poema de Amor” (peça executada como bis). Mais uma vez, a atuação de três gerações da família do compositor, em arranjos orquestrais da Missa “Mater Immaculata”, “Um Poema de Amor” e “Canção de Minha Saudade”, fato inédito ou muito raro na história universal da música. O CD contém o registro desse concerto comemorativo do centenário do músico santareno, que também é homenageado como Patrono da XVI Feira Pan-Amazônica do Livro, que se realizou em Belém, em setembro de 2012, quando ocorreu o pré-lançamento deste livro sobre "A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca”), de minha autoria, além de um Seminário e um Sarau promovido pela Academia Paraense de Música em homenagem a Wilson Fonseca. É por isso mesmo que se costuma dizer que para alguém provar que é "mocorongo" (apelido de quem nasce em Santarém-PA) nem precisa exibir a carteira de identidade ou a certidão de nascimento. Basta demonstrar que sabe cantar esta bela canção: CANÇÃO DE MINHA SAUDADE (Canção) Letra: Wilmar Fonseca Música: Wilson Fonseca (1949) Nunca vi praias tão belas Prateadas como aquelas Do torrão em que nasci! Da CAIEIRA, do LAGUINHO (MAPIRI é um carinho) Onde canta a Juruti. Nunca vi praia tão boa Como aquela da COROA Bem pertinho do SALÉ... De SÃO MARCOS, tão branquinha (A candura da PRAINHA) VERA-PAZ... MARIA JOSÉ! Bem juntinho àquela serra Que domina a minha terra, Tem um pé de sapoti Onde entoa, sem mentira, Alegrando CAMBUQUIRA O seu canto o Bem-te-vi. Quem me dera em suas águas Sufocar as minhas mágoas À beira do Igarapé! E depois no IRURÁ (Ó meu Deus, quando será?) Reviver a minha fé. Mergulhei já no AMAZONAS (Não me digas: tu blasonas) P’ra no TAPAJÓS boiar... Há encanto em teus jardins Vicejando benjamins Que prateiam ao luar. Tens Maria por padroeira Essa Mãe tão brasileira, SANTARÉM DA CONCEIÇÃO . Se relembro teus recantos, Ó Jesus lá vêm meus prantos, Vou cantando esta canção! ______________________________ *Alguns tópicos do texto foram extraídos do livro “A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca)”, de autoria de Vicente Malheiros da Fonseca (filho do compositor), impresso na Gráfica do Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2012, em homenagem ao centenário de nascimento de seu genitor.

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