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1. Cafe Lounge & Breaks- Where It All Began

  • Published: 2014-12-03T13:25:39Z
  • By Lulo Cafe
Cafe Lounge & Breaks- Where It All Began

Lounge music & Breakbeats is a style of music I played on sunday afternoons at Cappellos in Newtown (Johannesburg)....a style of music that found the name "Café" in Lulo Café.....its my beginning....here is a mix for old times sake....a mix for those chilled moments during the holidays....welcome to "Café Lounge & Breaks | where it all started"

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2. 21st Century feat Mr January

  • Published: 2015-09-10T19:25:51Z
  • By Lulo Cafe
21st Century feat Mr January

after a 2 year drought! here it is 21st Century feat Mr January...under a new musical home Cadence Cartel...lookout for new music coming up under the label

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7. Lulo Cafe feat Nothende - Wanna Love You (Cecil's Rubdown)

  • Published: 2011-10-26T14:52:10Z
  • By DJ Cecil
Lulo Cafe feat Nothende - Wanna Love You (Cecil's Rubdown)

little remix I did with my man Josh from Blaze on the piano solo

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8. Cubique DJ & Lulo Cafe Feat. Ckenz Voucal - Ebondeni

Cubique DJ & Lulo Cafe Feat. Ckenz Voucal - Ebondeni

Check out my latest single. Club banger Enjoy. #DFSA2015 ///

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10. lulo cafè

  • Published: 2016-07-11T20:02:32Z
  • By BIGG DOGG
lulo cafè

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12. Upper Sandton Beats Society 12 presents Sunsets in Llandudno by Lulo Cafe

Upper Sandton Beats Society 12 presents Sunsets in Llandudno by Lulo Cafe

Tracklist 1. HNNY - Solsidan 2. Una - We are the lonely ( Charles Webster Lonesome mix) 3. Marcel Lune - Hello 4. Lulo Café - Roma Termini 5. Moods - Comfort Zone 6. Soulcool - Autumn in Paris 7. Kraak & Smaak feat Ivar & Sanguita - Toxic Love Affair (Snacks Remix) 8. Julius Spates feat Russoul - Born To Do It (JTMT Epic Original) 9. Lulo Café & Mmino feat Kitchenmess - Amy 10. Vanilla Ace - Get it on (Scott Diaz "Hint of Disco) Remix 11. Agoria - Up All Night ( Eagles & Butterflies Remix) 12. Session Victim - Shadows

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16. Café da Tarde

Café da Tarde

"CAFÉ DA TARDE" (Giana Viscardi + Michi Ruzitschka) Vem pra me ver Pra me olhar o olhar Vem pra falar Devagar Fim de tarde Te faço um bom café Quero ouvir Como é Compreender É bom pra respirar Amansar É amar Tudo é melhor Quando o balanço Dentro de fora está Na corda bamba Vamos arriscar Equilibrar a vida A dois Escorregar É só um jeito Que o corpo dá Não é cair Não é se machucar É aprender A balançar CAFÉ DA TARDE Acesse: www.cafedatardemusic.com/ Escute: @cafedatarde Assista: www.youtube.com/cafedatardemusic Curta: www.facebook.com/cafedatardemusic

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18. Café da Tarde - Demetrius Lulo e Paula Mirhan

Café da Tarde - Demetrius Lulo e Paula Mirhan

Aceita um café? Demetrius Lulo e Paula Mirhan lançam disco e, no clima descontraído de um café da tarde, nos mostram um panorama da contemporânea música popular brasileira. (por Daniel Conti) Demetrius Lulo e Paula Mirhan são donos de duas das mais privilegiadas vozes que tem ecoado fundo nos ouvidos de quem está antenado aos novos intérpretes e compositores da música paulistana. Demetrius, também violonista e compositor, participou do comentado projeto Agora – Dani Gurgel e Novos Compositores, e já foi premiado em alguns dos principais festivais do país. Já Paula lançou em 2008 o CD Amanhecer, junto com o compositor, cantor e violonista Wagner Barbosa, que rendeu shows na Europa. Integra também a Filarmônica de Pasárgada, recém-contemplada com o ProAc para gravação de disco e de shows, e atua como atriz na cia. de teatro Les Commediens Tropicales. Se ambos, separados, já andavam dando o que falar por aí, não seria de se surpreender que os dois juntos formariam um casal de talento e musicalidade absoluta. No entanto, a idéia de unir forças só surgiu depois de serem convidados a participar do Festival de Musique de Saint Martin de Valamas, na França. A partir disso, conseguiram fechar uma turnê européia que duraria 40 dias e que passaria também, ainda em território francês, por Paris, Courchevel e alguns vilarejos na região de Lyon e Ardeche, além de Coimbra e Porto, em Portugal. Só faltavam três meses para embarcar e um detalhe importante: não havia um trabalho pronto no qual os dois atuavam juntos. Incentivados por Dani Gurgel (que assina as fotos na arte gráfica do álbum) e Thiago Rabello (que gravou e mixou as faixas do disco), decidiram que era o momento de levantar este projeto. Foram semanas de muito trabalho com a escolha de repertório, ensaios, arranjos, gravações, arte gráfica, fotos, mixagem e (ufa!) masterização, e uma das coisas que mais impressiona, logo na primeira audição do resultado final deste processo – o álbum “Café da Tarde” – é que este ritmo frenético não transparece em nenhum momento, como se o impasse que antecedeu sua produção fosse tão simples de solucionar quanto uma situação de um amigo passando de última hora em sua casa para tomar um café e conversar. A escolha de não contar com a participação de outros músicos, utilizando uma enxuta formação instrumental, permite a execução das músicas ao vivo da mesma forma como foram gravadas, além de ser providencial no sentido de viabilizar o trabalho devido ao pouco tempo. De quebra, também contribui para a sensação contínua de informalidade e descontração do disco. Foi feito uso apenas do que estava à mão naquele momento – duas vozes, um violão (com auxílio de um loop station em determinadas músicas), assovios e o excelente trombone vocal de Demetrius. Felizmente, o bom gosto contido na simplicidade dos elementos revelados neste disco só comprova o alto nível destes dois intérpretes. Ou seja, tudo bem se a visita chegar de última hora: é só colocar a água no fogo pra ferver, pôr a mesa, buscar as xícaras, coar o café e servir, as melhores guloseimas. Está tudo ali, na dispensa. Outro aspecto interessante é a forma como o trabalho traz elementos da música brasileira sem se entregar aos tradicionais clichês. Considerando que o disco foi inicialmente concebido com foco no mercado europeu, seria muito previsível cair nos estereótipos do samba, do carnaval e da bossa nova. Mas o que se ouve durante todo o álbum, pelo contrário, são diversas canções e ritmos brasileiros – por vezes em compassos não usuais – levemente adocicados com assovios, vocalizes, ou seja, manifestações orais universais que se comunicam com o ouvinte independentemente do idioma falado, fazendo-o relaxar e curtir um café da tarde brazuca e moderno. Um excelente exemplo disso é a faixa que abre o disco. “Só o que falta”, de Caê Rolfsen e Fábio Barros, começa com duas vozes abertas, convencionadas junto ao violão, em um vocalise envolvente que, na segunda repetição, já está sendo entoado também pelo ouvinte/visita. E Paula explica: “meu canto/ não vem da garganta/ nem de lá da Terra Santa/nem da pauta/ do canto escuro de um segredo/ entre a dor e o brinquedo/ ele salta”. Depois do refrão, impossível não simpatizar com o trombone vocal de Demetrius. Repete-se mais uma vez o referido vocalise, e a visita já está se sentindo em casa. A canção seguinte, “Se Essa Rua”, é parceria de Demetrius e Wagner Barbosa. Uma marcha em compasso ternário, na qual Paula canta a espera por um novo amor que nunca chega. Em determinado momento, surge uma melodia paralela cantada por Demetrius, que se coloca presente de tal forma que é impossível atribuir a ela um status de voz secundária. É como se, naquele momento , ambos compartilhassem da mesma busca, e apesar de serem feitos um para o outro – nota-se pelo encaixe perfeito das vozes sobrepostas – , não há uníssono, ou seja, o encontro não se concretiza na canção. No entanto, não há tristeza: as perguntas imediatamente respondidas de forma afirmativa (”Virá? Verá? Vem), e um pequeno vocalise seguido de um fade out deixam um tom de esperança e o encontro destas almas gêmeas se sublima no próprio ouvinte. Na ponta do pé, Demetrius toma a frente nos vocais, como sugere o violão em staccato na introdução de “Com que pé”, parceria de Tó Brandileone (5 a seco) e o veterano Celso Viáfora. Entre o lúdico e o lírico, o compasso quinário dá o tom manco de quem perdeu o chão no amor e, pisando em ovos, não sabe com que pé recomeçar. O refrão em uníssono, além dos assovios e vocalises que seguem, refletem novamente a universalidade destes sentimentos, como se nos dissesse que, por mais sem chão que estivermos, nunca estaremos sozinhos – portanto, novamente não há porque sofrer. Em seguida, vem a faixa que dá nome ao disco, parceria de Giana Viscardi e Michi Ruzitshcka. Trata-se de um baião de balanço leve e envolvente, no qual Paula, em voz quase falada, conversa sobre a calma necessária para um casal se entender. Os acordes do violão de Demetrius são repetidos de forma circular, gerando um mântrico ambiente harmonico. E o desfecho preciso amarra toda a canção :”Escorregar é só um jeito que o corpo dá/ não é cair, não é se machucar/ é aprender a balançar”. Ambos abrem vozes e repetem “a balançar”, e selam as pazes. Na sequência, vem a faixa mais bem humorada do disco. “Pas de Xurumela”, cantada por Demetrius – parceiro nesta composição com Rene Nunes – narra as aflições de um rapaz cuja namorada está no exterior, mais precisamente na França, como sugere o título, alguns trechos da letra e as próprias circunstâncias do disco. O impasse é que ela insiste em ligar a cobrar para ele, que não tem dinheiro para ficar pendurado ao telefone em ligações internacionais, ouvindo-a falar da vida. O trombone vocal novamente cai muito bem, além da voz de Paula ao telefone embromando palavras em francês e a famosa Grans Vals, de Francisco Tarrega (muito ouvida em toques de celular atualmente), tocada em modo menor ao fundo da canção. “Relativismo”, de Danilo Moraes e Ricardo Teté, é um desabafo contra a ponderação excessiva que anda disfarçada de intelectualidade nos tempos atuais. A crítica é direta e clara, mas o ritmo de bossa nova e o despojamento leve no cantar de Paula não deixam a canção escorregar para uma conotação de bronca. Fica claro que se trata de uma conversa franca entre duas pessoas íntimas, que termina de forma leve em tom de ironia. (“As minhas crenças são verdade, não insista/ não acredito em deus nem amor à primeira vista/ pero que los hay, los hay”). Curiosamente, é a faixa do disco em que Demetrius menos interage vocalmente, fazendo apenas o trombone vocal na introdução e em alguns contracantos, sugerindo que neste momento está ouvindo atentamente, deixando-a tranquila para dizer tudo o que pensa. Depois do desabafo, um tempo para Paula tomar um café. Demetrius canta “Bate Pilão”, de Rafa Barreto, que é de longe a canção mais enigmática do disco. Retoma a temática da origem da força que nos move, mas ao invés de focar o meio urbano e caótico presente em “Só o que Falta” (”Vem de manhã/ no metrô/ Largo da Sé/ Paissandú/ cheirando a suor/ depois do amor ter virado fumaça/ vem do azul/ turbilhão/ tinta que não sai do chão/ destino da cor/ misturado à dor/ de toda cidade”), “Bate Pilão” lança um olhar às nossas raízes (”Vem da voz de todo povo/ vem do suor de toda raça/ vem da cor que tá na mata (…)/ vem do som que tá no couro/ vem do tambor que tá na praça/ vem do grão que faz a massa/ bate não, sacode o corpo/ pra ver”). O riff marcante no violão de Demetrius tem forte sotaque afro, sublinhando ainda mais as origens da música brasileira. E, assim como ocorre em “Só o que falta”, mais uma vez é o canto que traz alento a alma, num refrão contagiante cantado pelos dois (“cadê que foi embora/ cadê que nada/ cadê que foi agora/ eu vou cantar”). Encerrando o café, temos “Pra Lá”, de Dante Ozzetti e Luiz Tatit, que nesse contexto simboliza o casal quase de partida para a turnê (“pra lá desse mundo/ tem mais do que um rancho fundo”). O tema da canção é emblemático – as coisas são muito mais do que aparentam ser – , e deixa evidente que, na bagagem musical que ambos levaram para a Europa naquela ocasião (e ainda levam, na continuidade deste trabalho) havia (e há) muito mais do que um despretensioso café de tarde corrido e perdido em meio ao caos urbano de São Paulo. O álbum traz um excelente panorama da contemporânea musica paulistana, mostrando neste recorte que a produção musical brasileira vai além dos já surrados estereótipos feitos “para inglês ver” e que, ao contrário do que é dito frequentemente pelo senso comum, a música brasileira não está estacionada desde o surgimento de seus últimos últimos grandes medalhões. Tem mais canção além do que é mostrado na grande mídia, e consequentemente, do que chega ao grande público. Demetrius Lulo e Paula Mirhan nos provam isso sem esforço algum: sente-se para tomar um café com eles. O resto fluirá. ______________________________________________________________________ FICHA TÉCNICA Demetrius Lulo - violões, voz e trombone de voz Paula Mirhan - voz Todos os arranjos por Demetrius Lulo Fotografia e design: Da Pá Virada I Dani Gurgel Maquiagem: Carol Navarro Produção Executiva: Paula Mirhan Assistente de Produção: Raphael Furukawa Gravado e Mixado por Thiago "Big" Rabello na Oca - Casa de Som, entre 17 e 25 de maio de 2011 Masterizado por Leonardo "Shina" Nakabayashi _____________________________________________________________________ AGRADECIMENTOS Às nossas famílias pelo apoio incondicional. Aos nossos patrocinadores, sem eles esse disco não seria possível: Pousadinha (Ilha do Mel e Ubatuba) e Zest Food; aos amigos Margô Zahr, Luiz Bertazzo, Jamile e Renato Frias. Thiago Rabello e Dani Gurgel por colocarem pulgas atrás de nossas orelhas e por todo o apoio e amizade; a todos os compositores desse disco que nos receberam em suas casas com cafezinho e música, e que nos presentearam com esse lindo repertório, à OCA pelo apoio na gravação; Wagner Barbosa pela amizade de sempre e pelas aulas de canto; a todos os amigos que contribuíram de alguma forma conosco nesse trabalho: Thiago Varzé, Mariane Mattoso, Livia Gaertner, Weber Fonseca, Tetembua Dandara, Aline Aguiar, Carol Godoy. ____________________________________________________________________ CAFÉ DA TARDE Acesse: www.cafedatardemusic.com/ Escute: @cafedatarde Assista: www.youtube.com/cafedatardemusic Curta: www.facebook.com/cafedatardemusic Siga: https://twitter.com/cafe_datarde

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